Ciumentos Anônimos

Para quem sente ciúmes excessivo, ciúmes doentio

Os “Evites do Ciúmes”: — 20 20UTC março 20UTC 2017

Os “Evites do Ciúmes”:

A doença do ciúmes é uma doença de adiccão, um vício. Portanto, é preciso ser feita uma desintoxicação do cérebro, que provavelmente,  está viciado em desconfiar, de maneira obsessiva e compulsiva. Para que  possamos remover a patologia da mente, e voltarmos a enxergar as situações sem  aumentá-las ou ” sexualiza-las”, devemos praticar os evites do ciúmes,  por um prazo sugerido de 40 dias:

1- Evite a primeira pergunta inquisitiva / Procure se conter;
2- Evite a primeira acusação sem provas / Procure conversar, baseando-se sempre em fatos reais;
3- Evite falar, discutir ou relembrar o passado, seja ele qual for / Procure viver o dia de hoje;
4- Evite investigar celulares, internet, como facebook, what’s up, etc./ Procure respeitar a liberdade e direitos individuais;
5- Evite sondar amigos e conhecidos de seu companheiro(a), para tentar obter qualquer informação/ Procure concentrar-se em sua própria vida;
6- Evite quaisquer instintos investigativos, tais como acompanhar olhares, concluir possíveis traições (inferências), criar encontros ao acaso, seguir, contratar detetives, etc/ Procure confiar;
7- Evite se comparar/ Procure sempre se melhorar física, mental e espiritualmente, virando o foco para si.
8- Procure fazer uma lista de seus próprios evites/procure sempre desenvolver o hábito da gratidão, fazendo uma lista daquilo que já consegue agradecer.
9- Evite a primeira briga e a primeira humilhação/ procure conversar, ser assertivo e respeitar seu próximo.
10- Evite a armadilha do “SE”( ex: “e se  ele ou ela estiverem me traindo?”), /Confie em Deus. Isto tem funcionado para nós.

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O ciúmes e a inferência — 14 14UTC fevereiro 14UTC 2017

O ciúmes e a inferência

Por inferência podemos dizer:
1. ação ou efeito de inferir; conclusão, indução. 2. óg operação intelectual por meio da qual se afirma a verdade de uma proposição em decorrência de sua ligação com outras já reconhecidas como verdadeiras.
Em CA, usamos muito o termo “inferência”, para lidarmos com fatos reais, algo que realmente esteja acontecendo e denota perigo para o relacionamento.
A mente do ciumento muitas vezes não infere, ou seja, não faz colocações em cima de um fato real, mas deduz em cima de projeções, cenas causadas pela sua mente, traumas do passado. Em decorrência disso, temos na literatura da irmandade, e nos evites do ciúme, o propósito de limparmos nossa mente para aprendermos a inferir, e fazer colocações coerentes em cima de fatos reais, comprovados, e não a usar nossa simples dedução, projeção, como prova de que algo realmente esteja acontecendo.
Este tipo de limpeza é importante, pois ao limparmos a mente, podemos ver o que está acontecendo conosco, nosso parceiro, e o relacionamento, sem as lentes dos ciúmes e literalmente a separar o “joio do trigo”. Ou seja, “meu parceiro (a), age de uma maneira que me dá motivos reais para desconfiança, ou é somente um jogo mental que se segue, da mente do ciumento?”.
Como exemplo, podemos ilustrar a história de Paulo:
Em uma festa, Paulo viu sua namorada Ana, conversando animadamente com um dos convidados. Naquele exato momento, a mente de Paulo fechou, e ele começou a fazer suposições em cima da cena que tinha visto. A primeira delas, foi pensar que Ana poderia estar flertando com aquele homem, dando espaço para ele para uma investida, e por fim, pensou até, que Ana poderia trocá-lo, iniciando assim, novo relacionamento.
Porém, Paulo conseguiu enxergar a tempo que estava perdido em muitas deduções, então, começou a fazer inferências, partir de fatos reais, para averiguar se realmente algo estava acontecendo. Ele se fez as seguintes perguntas:
• Neste momento, estamos vivendo um mau, ou bom relacionamento?
• Ana já demonstrou que gosta de mim?
• Ana já mostrou por meio de atitudes, que era uma pessoa que merecia confiança?
• Já vivi episódios assim no passado, onde realisticamente Ana já tenha flertado com outros homens em festas, já tenha saído com outro alguém enquanto estava comigo?
• Ana é antes de tudo um ser humano, onde tem o seu direito de ir e vir, ou seja, ela pode conversar com um convidado de uma festa, pode se divertir, e pode mesmo até, se interessar por um outro alguém mesmo estando vivendo uma boa fase no relacionamento, pois coisas assim não se escolhem?
Ao se fazer tais perguntas, Paulo conseguiu se acalmar, pois lidando com inferências, ou seja, fatos reais, viu que estava em uma ótima fase do relacionamento, onde inclusive falavam em casamento, viu que sua parceira nunca tinha dado motivos reais para tal desconfiança, pois o tratava com respeito e carinho, e percebeu também, que poderia a estar tolhendo, não a deixando agir naturalmente em uma festa, o que poderia sim, gerar no futuro, brigas e desentendimentos desnecessários.
É importante que todo ciumento que esteja em tratamento, saiba fazer inferências, pois poderemos sair do campo das suposições que sempre geram mais guerras que paz, e aprender a inferir, limpar a mente, e lidar somente com a realidade.
Ao se fazer os evites do ciúme, paramos de alimentar nosso “monstrinho interior”, e ao praticar este exercício das perguntas, poderemos ver que tipo de relacionamento estamos vivendo, e se temos motivos para desconfiar, lembrando sempre que na maioria das vezes, o ciumento vê o mundo com uma lente distorcida e fora da realidade, onde desconfiança, ego e possessão, predominam.

Só por hoje de Ciumentos Anonimos —

Só por hoje de Ciumentos Anonimos

Só por hoje, optarei por não magoar ninguém, nem mesmo a mim. Eu estou conectado (a) com a sua Luz Divina, e a escuridão não encontra forças aqui, desaparecendo dentro de si mesma.
Só por hoje, escolho entender o objetivo da minha vida para estar consciente do indivíduo que me criastes para ser.
Só por hoje, praticarei todas as formas de amor: amor de Deus (Ágape), amizade (Philia), afeto (Storge), sendo no amor (Eros), a expressão exterior de sua Onipresença (Amor Original) e o Desígnio Divino Individual (amor-próprio).
Só por hoje, praticarei a paciência; meu amor é passivo pois espera o Seu Chamado e não tem pressa; apenas é calmo e pronto para fazer o Seu Trabalho quando a intimação chegar. O amor compreende e, portanto, espera.
Só por hoje, decidirei ser gentil e meu amor estará ativo. Gosto de me sentir assim. Se neste momento houver a chance de fazer o bem ao próximo, permita-me fazê-lo de forma sábia e amorosa sem procrastinar.
Só por hoje, optarei por ser generoso (a). Eu sou Teu Filho, e um pai e irmão amoroso para todos. Compartilho meus dons e os meus talentos livremente e com todo o meu coração, enriquecendo, iluminando, e ajudando a despertar e transformar todos aqueles que eu possa auxiliar.
Só por hoje, viverei em um estado consciente de humildade. Cada vez que eu compartilhar, colocarei um selo sobre meus lábios e me voltarei para o anonimato. Não direi nada sobre o que fiz, pois, sei que sou apenas um canal, um agente da Sua Vontade. Espero pelo próximo presente de poder compartilhar.
Só por hoje, expressarei cortesia, o verdadeiro amor nas pequenas coisas, expressando-o em todos os níveis, com todos os seres.
Só por hoje, serei altruísta, e evitarei o autointeresse. Não invadirei o direito alheio e nem reprimirei a liberdade de quem amo. Não praticarei nenhum abuso.
Só por hoje, não invejarei o outro, pois não existe concorrência. Eu sou exatamente a pessoa que Desejastes que eu fosse.
Só por hoje, concederei o perdão a mim e a todos. Decido me tornar compreensivo (a), sábio (a) e fortalecido (a), perdoando a todos, que porventura, um dia me fizeram mal. Hoje entendo que nada nunca foi feito particularmente contra mim. Eles já agiam assim em sua ignorância espiritual. Melhor ainda será, se eu conseguir não julgá-los por seus “pecados”, pois assim nem me ressentirei, não havendo, portanto, necessidade de perdão.
Só por hoje, perceberei a inocência nos outros e em mim. Criarei uma atmosfera de amor e sabedoria onde quer que eu vá, e com quem quer que eu esteja. Nossa inocência está além da condição humana, no entanto, é sempre presente.
Só por hoje, serei honesto (a) em tudo o que eu fizer. O programa é de honestidade e honestidade não se fraciona.
Só por hoje, confiarei no meu próximo e com ele me alegrarei, pois o amor nunca falha.
“Até então, só conseguia ver muito pouco do meu reflexo no espelho, através da minha limitada realidade pessoal, ouvindo apenas o zumbido de minha pequena voz interior, presa no calabouço da doença. Mas agora, portando os atributos divinos, vivo em uma outra dimensão, guiada por princípios universais de amor verdadeiro, altruísmo, e confiança.
Só por hoje, permaneço em Sua vasta realidade Pai, experimentando Sua Presença e mantendo meu propósito de ajudar os meus iguais como Você tanto desejou. A cada novo dia, quando alguém me pedir ajuda só preciso dizer: “Meu Poder Superior, manifeste-se em minha consciência. Venha e permita-me ajudá-lo (a) através de Seu Poder Ilimitado, oh, Rei de todos os reis. E ele (a) não mais sofrerá. Não mais sentirá a sensação terrível da loucura lhe rondando. Não derramará mais lágrimas de desconfiança, ira e solidão. Ele (a) entenderá que o amor próprio vem apenas da confiança em Ti; minhas mãos foram estendidas e minha ajuda lhe foi prestada. Minha missão se tornou completa. Minha obsessão pelos ciúmes foi completamente removida aqui e agora. Muito obrigado (a) Pai, pois isto era o que eu precisava fazer para me tornar um homem livre.”.

O poder do perdão —

O poder do perdão

Ao fazer um inventário pessoal, podemos nos dar conta de como o perdão é importante para a nossa cura.
Dentro da literatura de C.A, percebemos que libertar quem nos fez mal, ou quem simplesmente acreditamos que nos fez mal, é uma peça fundamental dentro de nosso processo.
Perdoar, como já escutamos por aí, não é concordar com o mal feito, tampouco é passar a gostar ou apreciar quem um dia realmente faltou conosco. Perdoar é um ato benevolente de amor com a humanidade, mais que com a pessoa em si, é o se libertar, é liberar a dor.
Dentro de inúmeras doutrinas e religiões, mesmo em teorias de física quântica, aí sempre aparece a questão do perdão, e de como é libertador, renovador, para quem pratica deixar o problema simplesmente ir.
Pedir perdão para aqueles que faltamos, pois nem sempre a equação é exata = alguém errou comigo, mas também faltamos com alguém, também faz parte do processo.
Você já parou para pensar, que também pode ter magoado alguém? E se sim, como gostaria de reparar o dano?
E se alguém faltou com você, já parou para pensar como seria libertador liberar essa dor, que alguns estudiosos dizem, costuma evoluir para uma doença física, se não o fizermos?
Como seria para você este processo?
Perdoar nem sempre é fácil, ou melhor dizendo, costuma ser muito difícil.
Inventários pessoais, espiritualidade, atitude de mudança, tudo isso contribui bastante.
Na bíblia temos a passagem de Mateus 18:21, 22, que costuma ser muito lembrada, o perdoar 70×7.
“Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: ‘Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes? ‘Então Jesus respondeu:’Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete”.
Crenças à parte, é sabido de como o perdão realmente tem um poder transformador.
E você, está disposto (a), a pedir perdão, ou a perdoar?
Segundo Emmet Fox em Sermão do Monte “a técnica do perdão é simples. A única coisa que é essencial é a disposição para perdoar. Desde que você deseje perdoar o infrator, a maior parte do trabalho já estará feita”.

Decidir não é se modificar! —

Decidir não é se modificar!

Todos os dias tomamos decisões:
“Hoje vou trabalhar de metrô, não de carro.”, “A partir de amanhã começo uma dieta.”, “Vou estudar um novo idioma.”, “Prefiro vestir preto na reunião…”
Todos os dias decisões são tomadas, mas poucas se referem a uma mudança efetiva dentro de nossas vidas, pois nem sempre decidir significa modificar.
Peguemos esta história: “Havia dez pássaros pretos em cima de um fio. Um decidiu voar. Quantos restaram ali? Dez pássaros. Um decidiu, mas nenhum voou. A isso chamamos decidir não encontra sentido algum em se modificar.”
Todos nós em algum momento já sofremos de ciúmes pois é um sentimento que faz parte do caráter humano. Desde a mais tenra idade, na escola, em família, no trabalho, com amigos, os ciúmes geralmente está lá, presente.
Na filosofia encontramos os ciúmes definido como “as contrações irracionais da alma”.
Mas, o que acontece com o simples “constatar de um problema” sem uma ação que o resolva? E o que acontece apenas com o nosso “decidir eliminar o problema?”
Geralmente não muita coisa, pois o problema está lá, continuamos o sentindo, nos anulando, e anulando situações em nossas vidas que poderiam ser boas.
Em C.A, acreditamos na existência de um Poder Superior, e também acreditamos que temos uma chave curativa, transformadora, a chamada “boa vontade”. Com a boa vontade, mais forte até que a força de vontade, podemos encontrar forças para o início do nosso processo de modificação.
Decidir não significa modificar, pois modificar requer esforço.
Esforço em enxergar nossos defeitos de caráter, esforço em dar o primeiro passo, esforço para seguir na busca contínua do processo de mudança, esforço para vermos nossas falhas durante o programa e tentar reverter estas falhas em atitudes positivas, e mais do que tudo, requer esforço em começar o programa de fato.
Se somente decidir não é se modificar, fica a pergunta: O que você já decidiu, mas ainda não modificou?
Tal como a história dos pássaros pretos, você continua em cima do fio, pensando em um dia poder voar, ou espera que algo mais aconteça na sua vida para validar a existência de um problema? E se há essa validade, o que você realmente tem feito para modificar?
Literatura, reuniões, terapia, ajuda espiritual, programa de 12 passos, ou nada mais que decisões sem esforço?
Se decidir não é se modificar, então pensemos em como podemos encontrar a chave da nossa boa vontade, a fim de que comecemos verdadeiramente nosso processo de cura, hoje e sempre!

Agindo no automático —

Agindo no automático

No dicionário, automático significa: “que opera sem a participação da vontade: movimento automático. Imediato: a resposta motriz é automática.”
Agir no automático para um C.A, significa continuar tomando as mesmas decisões de antes. Segundo nossa literatura “isso significa que estamos propensos a derrapar em uma de nossas velhas rotinas e nossos hábitos.”
Ainda que digamos a nós mesmos: “farei tudo certo , nem que seja a última coisa que faça nessa vida”, e ainda assim, não conseguirmos viver de acordo com a promessa, isto não quer dizer que falhamos, mas que nossos velhos hábitos ainda estão agindo no automático.
Nosso terceiro passo de C.A nos diz que continuar agindo no automático , nos mostra nosso nível de dependência em relação à doença, mas também nos diz que não devemos desanimar.
“Antes de ingressarmos em C.A, toda vez que nossa força de vontade falhava ao tentarmos evitar os impulsos da doença, nos sentíamos inúteis, impotentes ou miseráveis.”
Em nosso terceiro passo, trabalhamos três princípios:
Princípio da confiança: este princípio nos é salutar, pois temos sofrido exatamente do contrário. Precisamos aprender a confiar em nosso Poder Superior em que aceitamos acreditar. Em C.A não esperamos ver para crer, mas cremos para ver! Se fizermos a nossa parte, poderemos então viver tranquilos, sem medo de traições, ou qualquer tipo de dor. Não teremos medo do mal que possa nos acontecer, pois não acreditaremos mais nele. Este não existe e jamais existiu.
Princípio do compromisso: este consiste na reafirmação de nossa decisão de entregar nossa vontade a nosso Poder Superior regularmente, independente de estarmos ou não concordando com o resultado.
Princípio da boa vontade: este princípio é a chave que abre o caminho da nossa recuperação. Trocamos a velha e inútil força de vontade pela boa vontade.
Assim sendo, o objetivo do terceiro passo de C.A, é deixarmos de agir no automático, e passarmos a agir com a mente aberta, entregando tudo o que pensamos e sentimos a nosso Poder Superior, caso contrário, continuaremos lidando com a nossa “realidade pessoal”; hábitos antigos que nos levaram sempre aos mesmos lugares de sofrimento e dor.
Parar de agir no automático nos propicia a abrir a mente, colocando no lugar da nossa realidade pessoal, princípios espirituais, e crendo em um Poder Superior amantíssimo, que nos guia e nos dirige a uma vida de confiança.

Encontrando um Poder Superior —

Encontrando um Poder Superior

Sabemos que existe um Poder Superior que permanece ao nosso lado em tempo integral. Precisamos antes de tudo, trabalhar nossa “realidade pessoal” para que possamos passar, do modo negativo, para o positivo.
Por muito tempo fomos guiados por nossa realidade pessoal, que nos fez cegos quanto aos ciúmes muitas vezes infundado, mas também nos fez acreditar na nossa falta de poder. Se somos vítimas das circunstâncias da vida, como proceder?
A boa notícia é que não somos mais vítimas, mas protagonistas da nossa própria história. Seguir o programa de 12 passos já nos dá um alento e vislumbre, do que pode vir a ser o cultivo de uma relação saudável. Temos um Poder Superior, e conosco, a chave para mudar.
Um dos princípios do programa consiste em seguir a fé e humildade.
A literatura de C.A nos diz que: “Precisamos trabalhar nossa fé com afinco, a fim de que ela cresça e se desenvolva em nossos corações. Podemos nos utilizar da ferramenta espiritual “aja como se.”
O agir como se é realmente acreditar, que nossa realidade pessoal está em processo de mudança, e a sentir verdadeiramente a presença de um Poder Superior. Estamos sendo guiados, amados, acompanhados e protegidos por Ele aonde quer que formos.
O princípio da humildade surge quando “começamos a ganhar a consciência de que não somos autossuficientes, e que não há a menor possibilidade de conseguirmos nos livrar da Doença do Ciúmes sozinhos, através de nossa inteligência e intelectualidade.”
Precisamos realmente pedir ajuda a Alguém maior do que nós mesmos!
E você, como anda trabalhando seus princípios de fé e humildade?
Você acredita em um Poder Superior? Quem é ele para você?